Especialistas destacam que, do ponto de vista psicológico e social, rotular identidades como patologias vai além de uma simples definição técnica. Esse enquadramento influencia diretamente a forma como a sociedade passa a tratar essas pessoas, abrindo espaço para controle, correção e exclusão, em vez de compreensão e acolhimento.
No subconsciente coletivo, classificações ligadas a doenças mentais carregam um peso moral significativo. Esses rótulos não apenas descrevem condições médicas, mas moldam percepções sociais, impactam a empatia e determinam quem é visto como legítimo ou defeituoso dentro da sociedade.
Por esse motivo, a informação se espalhou rapidamente e ganhou repercussão internacional. O debate não se limita à política pública, mas envolve quem define a realidade social e quais existências são reconhecidas sem a necessidade de explicações constantes.
Fonte: Reuters, 2024.
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