O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) incluiu pela primeira vez a profissão de trancista na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), com o código 5161-65. A medida garante direitos trabalhistas, previdência social e acesso a políticas de apoio ao empreendedorismo. A iniciativa surgiu em Salvador, onde muitas profissionais atuavam sem reconhecimento formal. A atualização da CBO também incorpora os termos “trançadeira capilar” e “artesã capilar”, ampliando a representatividade da profissão, especialmente entre mulheres negras. QUE DEMAIS! 📸😍
fonte:choquei